Plásticas de mamas – Mitos & Verdades

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  1. A prótese de mama deve ser trocada a cada 10 anos.
    MITO!

    Os implantes de silicone evoluíram muito e são hoje muito mais resistentes. Só mesmo em caso de intercorrências, estas sendo pouco frequentes, há necessidade de troca.
  2. A prótese de mama prejudica exames de rotina.
    MITO!

    Exames anuais como mamografia e ultrassom de mamas seguem podendo ser realizados sem problemas. Inclusive, exames de imagem, como a ultrassonografia (mas também ressonância magnética) podem ser utilizados não só para acompanhamento das glândulas mamárias e controle de câncer de mama mas também para ajudar a avaliar regularmente a integridade e o contorno dos implantes.
  3. Prótese de mama prejudica a amamentação.
    MITO!

    Próteses de mama são habitualmente inseridas “fora do tecido mamário”. Glândulas mamárias e dutos são preservados na cirurgia de inserção de prótese de mama. Sendo assim, a amamentação pós-implante mamário não sofre restrições.
    Só mesmo no caso de mamaplastia redutora, se as mamas forem muito grandes e tiverem que ser reduzidas acentuadamente, a lactação poderá ficar prejudicada.
  4. O resultado da cirurgia de mama é prejudicado se eu engravidar posteriormente.
    MITO!

    O resultado poderá ser preservado, desde que você faça um controle do aumento de peso durante a gestação junto ao seu ginecologista. Geralmente não há problema.
  5. Fico depois da cirurgia um tempo com limitação para mexer os braços.
    VERDADE!

    É importante seguir as orientações médicas e, até obter a alta, manter os braços sempre junto ao corpo, de preferência contidos com uma atadura de crepom ou similar, movimentando só os antebraços. Não erguer os braços e não fazer esforço com os mesmos é muito importante para a boa cicatrização. Quanto mais extensa e/ou complexa for a cirurgia, quanto mais extensa a cicatriz, mais longo será o período de restrição de movimentação no pós-operatório. Não respeitar essas diretrizes pode levar a uma deiscência (os pontos da cirurgia se abrirem). Isso não só exige nova sutura como prejudica a aparência final da cicatriz, que pode ficar mais larga / espessa.

Lipoaspiração / Lipoescultura – Mitos & Verdades

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  1. É seguro realizar uma lipoaspiração no consultório.
    MITO!

    Consultórios não dispõem de recursos necessários para realizar esse tipo de cirurgia. Caso haja intercorrência, não haverá tempo hábil para transferência para um hospital.
    O local correto para a realização de cirurgias deste porte é sempre um hospital que disponha de infraestrutura de CTI.
  2. A hidrolipo, por ser feita com anestesia local, é menos arriscada.
    MITO!

    Mesmo nos casos de anestesia local, há riscos caso não se respeitem os limites corretos de anestésico injetado.
  3. Mesmo com muita ginástica não consigo perder os pneuzinhos.
    VERDADE!
    Os pneuzinhos, depósitos de gordura localizada subcutânea, não costumam responder muito bem à mobilização por meio de exercícios físicos. É claro que reduzimos bastante, mas certas regiões em particular como por exemplo os culotes e a famosa “pochete” ao redor do abdome, só saem com uma lipoaspiração.
    Mas, para se submeter a uma lipoaspiração ou lipoescultura, o ideal é queimar toda a gordura possível por meio de reeducação alimentar e atividade física, para, então, com peso ideal e estável, recorrer à lipo como forma de “acabamento”, moldando seus contornos corporais.
  4. A celulite some com a lipoaspiração.
    MITO!

    Células de gordura são extraídas numa lipoaspiração, mas elas não são o único problema que caracteriza o quadro de celulite. Após uma lipo, a celulite pode inclusive piorar, principalmente se estiver associada a uma flacidez de pele. Procedimentos estéticos adicionais serão necessários para tratar os problemas relacionados à celulite como um todo (deficiências de metabolismo do tecido local, flacidez), avaliando caso a caso.
  5. Depois da lipoaspiração, o volume na região aspirada não volta mais.
    EM PARTE!

    As células adiposas (de gordura) não se formam novamente, mas as células adiposas que permanecem podem acumular mais ou menos gordura dependendo dos seus hábitos após a cirurgia. Áreas extremamente resistentes à mobilização por meio de exercícios físicos (como culote e “barriguinha”) não voltarão ao que eram antes da lipoaspiração. Mas, se não adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física, você poderá sim voltar a ganhar peso como um todo.
  6. A gordura enxertada (tipicamente numa lipoenxertia de glúteos) é em parte reabsorvida.
    VERDADE!

    O organismo pode reabsorver até 40% da gordura enxertada. Mas tudo depende de área onde a técnica for aplicada e da conduta pós-cirúrgica. Para se alcançar o resultado desejado, pode ser necessária uma segunda intervenção.

Abdominoplastia – Perguntas mais frequentes

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  1. Vou emagrecer quantos quilos com a plástica abdominal?
    R: Devido à retirada de pele e gordura, evidentemente haverá sim uma redução no peso corporal. Mas a forma e as proporções devem ser o principal foco.
  2. Que tipo de anestesia é utilizado para esta operação?
    R: Anestesia geral ou Peridural, até mesmo a anestesia local sob sedação, pode ser utilizada em casos especiais.
  3. Em quanto tempo atingirei o resultado definitivo?
    R: Não se deve considerar como definitivo qualquer resultado antes de 12 a 18 meses pós-operatórios, variando de pessoa para pessoa.

  4. Qual a evolução pós-operatória?
    R:
    O resultado final envolve a evolução cicatricial, a evolução da forma da região operada, sensibilidade, consistência, etc. Em caso de pacientes muito obesos(as), poderá ocorrer, após o 8º dia, a eliminação de certa quantidade de líquido amarelado ou sanguinolento, chamado seroma, por um ou mais pontos de cicatriz. Não se preocupe, porque, se isto lhe ocorrer, não significa complicação.
  5. A gravidez posterior à cirurgia altera o resultado?
    R: O seu ginecologista lhe orientará melhor sobre a conveniência da nova gravidez. Quanto ao resultado, não se pode prever. O resultado poderá ser preservado desde que, na nova gestação, seu peso seja controlado. É aconselhável, no entanto, que se tenha a prole já definida antes da plástica abdominal.

Mais informações serão disponibilizadas de forma individualizada aos pacientes que se decidirem por realizar o procedimento no contexto dos preparativos pré-cirúrgicos.